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domingo, janeiro 03, 2010

Ensaio 29.12.2009

Aproveitamos os feriados e o recesso de fim de ano para agilizar duas sessões na casa do Valmor/Bruce: uma, destinada a registrar minha participação na guitarra para uma música da Worldengine, e a outra para umas jams com as músicas mais recentes que compus em casa. A primeira foi em 22.12.2009, e basicamente centrou-se em três riffs do Valmor: o primeiro, exclusivamente na 6.ª corda solta (drop-D), tinha várias pausas e uma palhetada que me custou um tempo para acostumar; o segundo, com os acordes F, G#, D, ao qual incorporei - a pedido - umas palhetadas com cordas abafadas, e ao final toquei uma oitava acima (essa sugestão foi acatada); o terceiro foi variação do primeiro, e aqui tive maior liberdade para interpretar. Utilizei a BFG e uma distorção no UX1 eleita pelo Valmor. Na semana seguinte, em pleno recesso, nos reunimos à tarde para tocar as músicas novas que tenho feito em casa: "Down Under", "Dark Horse" e "Fistful". Fizemos uns três takes para cada uma delas. O Valmor/Bruce tocou na sua bateria eletrônica com os timbres dados por um programa muito bom, e eu toquei basicamente na BFG com um timbre do UX1 que não achei muito bom, mas a intenção era outra, então desencanei. Além da BFG, a partir da segunda música, utilizei outras das guitarras disponíveis: a Wolfgang da Peavey e uma antiga conhecida, a Squier Stratocaster creme. A primeira tem um timbre bastante grave, e nem é muito pesada. Foi muito fácil afiná-la, e ela se manteve assim o tempo todo. Não estou certo sobre os captadores que estão instalados nessa Wolfgang. A Squier do Valmor já foi uma guitarra muito divertida, mas ela já se ressente das muitas mexidas (braço escalopado, por exemplo) e da pouca confiabilidade do hardware made in China (o botão de volume só funciona no 10, pois corta o som a partir do 9, o que me atrapalhou no riff "Fistful"). A Wolfgang, por outro lado, tem um botão de volume muito bom: aproximando-se do 3 ou 4 ele corta a distorção, de maneira que rola aquela introdução de "Dark Horse" muito bem, i. é, o início clean e depois sobe o volume para 10 e vem a distorção. Quero me acostumar com o timbre magro da Stratocaster com distorção - o Valmor comentou que curtiu o som da Squier num dos riffs de "Fistful". O mais importante foi tocar essas músicas na íntegra, aprender as partes e começar a dar o formato definitivo delas. Acredito que "Down Under" precisa de umas levadas mais retas, tipo Vinny Appice (mais bumbo e menos caixa); "Dark Horse" tem um riff que comporta várias batidas diferentes e quebradas, tipo OSI, e o Valmor foi pegando o jeito no decorrer. Próximo passo é na primeira semana de 2010 agendar um ensaio num estúdio para tocar essas músicas com bastante volume, e possivelmente convidando um baixista parceiro de jams.

sábado, maio 16, 2009

Ensaio 16.05.2009

Após breve troca de e-mails, Bruce, eu e Lukee nos reunimos para o reinício das atividades musicais. A grande vantagem em comparação com os tempos anteriores é a facilidade de contar com melhores equipamentos para tocar e registrar as jams: no meu caso, fui de BFG e XT (basicamente com as simulações de JCM800 para os timbres com distorção e de Pink Floyd para os timbres limpos); o Bruce tocou na sua nova bateria eletrônica (que teve bom desempenho), e registrou tudo no micro, num arquivo só; o Lukee tocou no baixo do Bruce e tirou um bom som. Iniciamos com uma recente (de uns 3 ou 4 anos...), uma balada estilo Opeth, que acho valer a pena o investimento. Puxei um outro dedilhado, meio U2 ou coisa do gênero, mas que se transformou no Momento Lucky Strike do ensaio quando Bruce e Lukee adicionaram os seus instrumentos: parecia Engenheiros do Hawaii e as gargalhadas foram gerais. Toquei outro dedilhado, com as mesmas notas da nossa clásica "Cold Wind", mas com andamento quebrado que naturalmente dificultou o acerto na execução. Com distorção tocamos "Ace´s High", a versão nova e a versão antiga de "Heal My Soul", uma jam com riff com pausas em E iniciada pelo Lukee, "Sluts of Justice" e jams com o riff "Fistful", outra com o riff de "Timeslide", e outra ainda com riffs de "The Devil Song" (incorporei um riff antiquíssimo que chamava de "Evil Wish"). Todas essas foram executadas nos arranjos originais, que já tem vários anos, mas jamais haviam sido registradas a contento (e foi legal que o Lukee não teve dificuldade alguma para acompanhá-las todas no baixo). Na verdade, queria pegar os riffs básicos de todas e compor músicas novas e melhores, um pouco mais agressivas, mas o Lukee deu um parecer importante no sentido de mantê-las assim mesmo, e devo admitir que nos divertimos bastante tocando esses riffs dessa maneira. Então, ao invés de uma jam heavy metal, fizemos uma jam hard rock, e inclusive tocamos "Love Gun". A BFG superou as minhas expectativas (ainda não a tinha experimentado em ensaio no qual utilizasse distorção e tocasse os meus riffs e solos), assim como os próprios timbres do XT.

domingo, fevereiro 10, 2008

Ensaio BURNIN´ BOAT (Até 2010)

Passados dois anos do último ensaio, reunimo-nos para aproveitar a rápida passagem do Cláudio, que vem fixando residência na Finlândia. Foi no novo estúdio Toca Aí, às 21h, terça-feira, 07.02.2008. Antes, porém, o Cláudio, eu e o Nilton passamos na casa do Bruce, da Cris e da Agatha (cresceu bastante e está bem esperta) para buscar todo o material que o Bruce tivesse disponível sobre a banda (fotos e vídeos, principalmente), a fim de que eu digitalize tudo e continue no meu projeto de escrever a história da Burnin´ Boat (afinal, estamos comemorando 10 anos de banda). O Gilberto nos encontraria direto no local do ensaio.

Fomos a pé ao estúdio (os quatro mais a Cris), que fica na Av. Benjamin Constant. Pluguei a minha guitarra direto no amplificador Fender que tinha lá, e logo percebi que o aparelho não tinha um bom som. O Cláudio utilizou-se de todo o seu equipamento, de maneira que o amplificador não fez a menor diferença. O Nilton, que, assim como o Cláudio e eu, também alegou não tocar há meses, parecia em plena forma, pois o som do baixo ficou muito bom. Valemo-nos da afinação normal. Tão logo nos instalamos, após alguma hesitação, nos pusemos a tocar HIGHWAY STAR, o que se revelou uma decisão precipitada, e a nossa versão (principalmente o meu solo) foi precária, digamos assim. Restou-nos praticar com as músicas próprias, e tocamos ACE´S HIGH (não baixamos a afinação para dropped-D) e BLACK DRESSING SOUL – e o resultado, em ambos os casos, foi bem melhor.

O Gilberto chegou e praticamos um pouco de DARSKIDE OF AQUARIUS (sem vocal), que era uma música para ser coverizada desde que o Nilton entrou para a banda em 2000. Seguimos, então, para território conhecido: MAN ON THE SILVER MOUNTAIN. Aqui ficou evidente que eu teria dificuldades para solar, afinal não toco regularmente há muitos anos, e os aquecimentos em casa no violão não foram suficientes para que se pudesse encarar duas horas de bends e licks, sobretudo quando as cordas da guitarra estão com tensão alta em relação ao braço (me dei conta disso no decorrer do ensaio). Tocamos PERFECT STRANGERS, que rolou muito bem (se acertamos os primeiros acordes C-D, é certo que a execução vai ser boa), inclusive nas partes que geralmente acarreta algum tropeço.

Não estou certo da ordem das músicas, mas pelo fato de que o Gilberto não lembrava a letra de nenhuma das próprias, tocamos só covers, o que para mim foi uma pena. A única exceção foi uma da extinta Bed Reputation (que eu gostaria de incorporar ao repertório da Burnin´ Boat): LOVE IS NOT A FAIRYTALE, letra do Gilberto, dedilhado meu, refrão do Nilton, base do solo minha, solo do Cláudio. Essa música ficou muito boa, e acredito que tenha sido registrada pela máquina do Cláudio (manejada com muita eficiência pela Cris, a quem agradeço muito por ter fotografado e filmado o ensaio inteiro com três! máquinas).

A todo momento brincávamos de tocar BURN ou KILL THE KING, mas tínhamos de esperar a hora certa. Assim, atacamos de FOOL FOR YOUR LOVING (o Cláudio que lembrou dessa, e ainda desempenhou o solo do Steve Vai com a costumeira naturalidade). Pedi que tocássemos um Iron Maiden, que sempre funciona nessas ocasiões, mas os caras sugeriram THE EVIL THAT MEN DO... não é das minhas favoritas, então fomos de NEON KNIGHTS. Quando chegou a hora do solo, o Nilton e eu não lembramos das notas, e assim comecei a fazer a base do solo de RUN TO THE HILLS (na verdade, queria tocar parte de THE EVIL...), e fomos nessa até o final (o Gilberto cantou uns versos). 2 MINUTES TO MIDNIGHT o Gilberto refugou, então puxei THE WICKER MAN, que é muito fácil e boa.

O Nilton insistiu bastante até que fizemos uma versão tosca de YOU GIVE LOVE A BAD NAME, seguida de uma versão razoável de IT´S MY LIFE. Mais para o final, chegou o momento para KILL THE KING, que rolou, bem ou mal (não lembrei do tom do solo, enfim).

Com pouco tempo antes do término do horário do estúdio, cogitou-se PARANOID, prontamente afastada; veio, então, BURN, que foi legal, com os solos invertidos (primeiro o Cláudio, depois eu). Já no final, o Nilton puxou N.I.B., e acompanhamos.

Para fechar a noite, já nos descontos, tocamos SMOKE ON THE WATER, a qual toquei sem a palheta e ainda fiz o meu melhor solo da noite - que acabou não registrado, para minha decepção, pelo esgotamento da memória da câmera.

Ao final, voltamos e lamentavelmente o Nilton foi vitimado pela violência urbana – levaram o rádio-cd do carro dele. O cara acionou o seguro (não havia nada que podíamos fazer), e como é costume em situações do tipo, fizemos todo o tipo de gozação a respeito.

Seguem alguns vídeos.

1) Aquecendo: "Darkside of Aquarius"



2) "Man on the Silver Mountain"



3) "Faltam 4 minutos e meio", anunciou a Cris:



4) Segue um excerto de BURN, do Deep Purple.



5) Fool for your loving



6) Kill the King



7) Neon Knights & Run to the Hills

quarta-feira, março 28, 2007

Two great recordings

Valmor did a great job adding drums, mellotrons and sound effects to 2 songs recorded on the sessions mentioned before. Lukee did some great bass playing as well. The 2 songs sound incredible: the "opeth-ish damnation" track, with the working title HOLLOW has an amazing atmosphere, and the song known as OBLIVIOUS got a very nice intro, a good drum rhythm, a hard rock bass, and riffs in the Zakk Wylde tradition.

Valmor will produce the other 2 songs: SLUTS OF JUSTICE and HEAL MY SOUL. Hopefully the songs will be sent to some fellow musicians to add guitar solos and vocals.

When april comes, Valmor and Guilherme will record another 4 tracks (they´re discussing a little re-recording of older songs like COLD WIND, HIDDEN and NOISE GARDEN from the Ignitin´ album).

sexta-feira, março 23, 2007

Bass recording - Lukee the Finishman

Last tuesday, 20.03.2007, Valmor and our "finish" fellow bass player Lukee recorded the bass parts for the 4 songs that we talked about last post. According to Valmor the session was great, with Lukee achieving a new level of playing as his parts weren´t just duets of the guitar parts: the guy played really interesting stuff.

In other news, Valmor said that he sent the "opeth-ish damnation" track to a swedish singer (David Bjork) for some vocal contribution. Hope to hear that soon.

Source: Valmor´s blog.

domingo, março 18, 2007

Gravando de novo (casa do Bruce, 13.03.2007, 20h30min)

Na terça-feira, 13.03.2007, às 20h30min, eu e o Bruce nos encontramos na casa dele para gravar algumas guitarras e retomar algumas idéias para retomar a Burnin´ Boat. Utilizei a guitarra dele, uma Ibanez preta, sem Floyd Rose; com a afinação normal gravei uns dedilhados limpos para uma música com motivos Opeth do disco Damnation. Os efeitos foram obtidos com a pedaleira Zoom do Bruce, e algumas coisas foram criadas na hora mesmo (o Bruce se inspirou e gravou uma linha que possivelmente poderá ser utilizada como melodia da voz). Aparentemente, o fundador da Worldengine conhece via MySpace um vocalista perfeito para essa música. Combinamos que eu vou mandar as letras não aproveitadas que eu tenho arquivadas para tentar encaixar. Em seguida, gravei - com afinação drop-D - um riff que já era praticado nos ensaios de 2004/5 - que tem estilo Black Label Society - e agreguei um riff mais antigo, mas com o mesmo andamento. Fiz ainda uns acordes que possivelmente serão utilizados e gravei, ainda, uma espécie de teminha para tocar no início, sob o riff principal. A partir daí gravamos HEAL MY SOUL com afinação drop-D. Essa versão eu acredito que não tenha ficado tão boa quanto a gravada há uns 2 anos com afinação em B (que, afinal, não funcionou legal - o peso ficou excessivo). Por fim, gravamos SLUTS OF JUSTICE (espero que as partes se encaixem legal, pois já não estávamos mais muito atentos com relação a isso - simplesmente fomos gravando as partes uma depois da outra). Nessa eu resolvi utilizar um efeito da minha pedaleira Digitech - não estava muito satisfeito com a distorção magra do pedal do Bruce. Ainda rolou um tempo para brincar com o Mellotron - essa era uma das minhas intenções ao voltar a gravar: agregar esse som incrível à balada estilo Opeth referida acima. Não tínhamos mais muito tempo, mas deixei registrados uns acordes e umas idéias de melodias. Acredito que com mais tempo dá pra fazer algumas coisas bem interessantes nesse sentido.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Ensaio Burnin´ Boat (Despedida do Cláudio)

No Groove (aquele estúdio da Benjamin Constant, que agora tem outro nome, segundo o Bruce), às 19:00. Após mais de um ano sem ensaios (desde novembro de 2004), a Burnin´ Boat se reuniu para promover a despedida do melhor guitarrista da história da banda: Cláudio Thorell está indo para a Finlândia, a fim de fazer um estágio por 1 ano. Foi uma bela idéia a do Bruce de reunir os dispersos membros da BB e fazer um ensaio de reencontro e despedida. Eu, Cláudio e Dioberto viemos munidos de máquinas para registrar o evento.

Desde novembro de 2004 que não tocava na guitarra, de modo que a afinação do instrumento utilizada na época (todas as cordas um tom abaixo), foi mantida. Cláudio, que chegou aproximadamente 30 minutos atrasado, enfrentou dificuldades com essa afinação, pois não conseguiu fazer funcionar a sua pedaleira. Essa questão da afinação gerou um impasse que durou alguns minutos: que música dá pra tocar com 2 guitarras com afinação diferente? O próprio Cláudio deu um jeito na situação e tirou uma mola da guitarra e afinou tudo um tom abaixo – decisão que acarretou a quebra da 1.ª corda.

Eu toquei direto no ampli Fender Deluxe que tinha lá, com a sua própria distorção, e consegui um belo timbre, tanto para as bases como para os solos. Um bom timbre faz toda a difernça em termos de performance (o exemplo maior foi o show na Croco - melhor timbre, melhor show da história da banda). Cláudio, por seu turno, tocou no ampli Meteoro, e acredito que tenha se utilizado do seu valoroso Sansamp para a distorção.

Sem o Cláudio, tocamos (eu, Nilton, Bruce e Luciano) algumas músicas para aquecimento: PERFECT STRANGERS (estranhamos bastante com a afinação mais pesada), ACE´S HIGH, SPECTREMAN e BLACK DRESSING SOUL. Cláudio chegou e, após o impasse da afinação, tocamos BURN (começou bem estranho, mas terminou legal), MAN ON THE SILVER MOUNTAIN, trecho de STARSTRUCK, CRAZY TRAIN (essa é da época do Lukee; Nilton acompanhou no embalo), NOISE GARDEN (ficou bem legal; finalmente eu admito que se trata de uma das melhores da BB; fiz o solo). Já estávamos aquecidos quando chamei HIGHWAY STAR (consegui desempenhar decentemente naquela parte rápida e clássica do solo de Blackmore).

O Bruce sugeriu de galinhagem e eu puxei BOATS ARE BURNING, que ficou sensacional. Após, tocamos HEARTBREAKIN´, que proporcionou o Momento Lucky Strike do ensaio quando, antes do segundo refrão, involuntariamente, todos pararam de tocar achando que eu tocaria a parte do riff que liga a ponte para o refrão; mas eu também parei de tocar, de modo que ficou uma pausa fantástica, e todos voltaram direto no refrão. Rimos muito (eu, particularmente, ri até o final do refrão). A última música foi MISTREATED, faltando uns 2 minutos pro final do ensaio, mas rolou inteira, (sem interpolar ROCK ME BABY).

Luciano e Dioberto se revezaram nos vocais, mas não lembro quem cantou o quê – o primeiro cantou praticamente todas as músicas, e Dioberto cantou em dueto outras tantas. Luciano, ainda, levou a fita k7 que registrou o ensaio (com exceção da parte inicial do ensaio em que só nós 4 tocamos). Cláudio demonstrou o virtuosismo habitual, especialmente nas alavancadas em NOISE GARDEN. Nilton foi preciso como sempre (legal saber que o cara agora está contando suas piadas e histórias inverossímeis na VT de NH - arrumou o melhor empregador da área do Direito).

Carla, a namorada do Dioberto, foi responsável pela maioria das minhas fotos, assim como filmou boa parte do vídeo de ACE´S HIGH (ficou sensacional). Valeu Carla. Cláudio, por sua vez, tirou fotos durante as músicas (!).

O ensaio superou as expectativas; as performances foram muito boas, sobretudo em se considerando que não nos víamos há mais de um ano (não lembro do último ensaio com o Nílton e/ou Dioberto - só consultando este blog). A brincadeira, no final, ("brincando, brincando a lingüiça vai entrando" como diria o filósofo Nilton) era que o próximo ensaio seria quando o Cláudio voltasse da Finlândia. Boa viagem!

terça-feira, dezembro 07, 2004

Ensaio Burnin´ Boat (Hard Work at Home)

Foi no Hurricane, terça, 7/12/2004, das 22h às 0h. Cláudio ainda está entretido com provas e outras atividades. Repetimos a afinação com um tom abaixo, que será mantida pelos próximos tempos. Antes do ensaio, ajeitei as molas que prendem o Floyd Rose, de modo a nivelar a altura da ponte - ficou bem melhor fazer os bends a partir da 12.ª casa (que não foram possíveis no ensaio passado). Mesmo plugando novamente a Digitech + Jackmammer no Marshall de lá, o timbre ficou muito bom (contrariamente ao timbre pífio da semana passada). Com o timbre e o Floyd ajudando, me encorajei a solar (mesmo toscamente) algumas músicas.

O ensaio demorou 20 minutos para começar. Para aquecimento, eu e o Bruce tocamos uma balada estilo Opeth, que está em fase rudimentar. Já com o Luciano, tocamos ACE´S HIGH (nesta eu "viajei", e, para espanto generalizado, cortei o segundo verso com um solo). PEACE SELLS (duas vezes) não ficou boa, e estou duvidando se vale mesmo a pena todo o empenho e esforço para agregá-la ao repertório. Só o Luke toca essa música decentemente. O Bruce puxou, então, RECKONING DAY.

HEAL MY SOUL provou que o timbre estava mesmo bom, e o riff ficou matador. Tocamos, ainda, BLACK DRESSING SOUL. Depois, enfileiramos vários riffs próprios e músicas do Ignitin´ que estavam no ostracismo: OBLIVIOUS, trecho de SHARK ATTACK, SLUTS OF JUSTICE (inteira, ficou muito boa - sem vocal), um riff antigo na 6.ª corda solta, com palhetada bem rápida (ficou bem legal), BOATS ARE BURNING, OVER THE MOON, COLD WIND. Todos os riffs ficaram bons - e até revitalizados - com a afinação nova. Destaque para OVER THE MOON (acho que fazia uns 3 ou 4 anos que não era tocada) e HEARTBREAKIN´ (desde já voto para incorporá-la no set list).

Do Kiss, tocamos DEUCE e LOVE GUN. Quase ao final, rolou a galinhagem de trocar os instrumentos. Assumi o baixo, o Bruce, a guitarra, e o Luke, a batera. Tentei imprimir uns riffs, mas a jam não funcionou. Apareceu, então, o Sebastian (dono do estúdio), propondo a reprise da jam Dokken. Tocamos KISS OF DEATH (tive problemas no som - cabo ou pedaleiras ou ampli) e BREAKING THE CHAINS.

terça-feira, novembro 30, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT (Greatest misses)

Foi na terça, 30/11/2004, das 22h às 0h, no Hurricane. Todos menos o Cláudio. Conectei todo meu equipamento (Digitech + Jackhammer) no Marshall que tem lá, e alcancei, provavelmente, o PIOR timbre de guitarra de todos os tempos. Não por acaso, toquei muito mal e assassinei várias músicas (especialmente - mas não exclusivamente - nos solos). De minha parte, isso acabou sendo decisivo para não tocarmos na Fábrica, em 11/12, pois estaríamos desfalcados do Cláudio, e a minha guitar é insuficiente para um show decente.

Mas isso tudo não impediu que esse ensaio se tornasse "o mais divertido e legal" de todos os tempos. No início, ainda reservamos alguma seriedade, tocando as nossas ACE´S HIGH, HIDDEN, NOISE GARDEN. Mais adiante tocamos HEAL MY SOUL e BLACK DRESSING SOUL (sem o solo; cortamos da parte lenta direto pro final).

Mas em seguida fomos emendando um cover no outro, muitos dos quais jamais haviam sido tocados pela banda, ou pelo menos até o final. Foi o caso de HOLY WARS (Megadeth), em que lembramos de praticamente todos os riffs e fomos com hombridade até o final. PEACE SELLS (Megadeth) foi executada sem vocais (o Luke cantou o refrão). Essa que estava sendo cogitada para o repertório acho que não prestou... talvez mais prática e o Cláudio nos solos a música possa ficar revigorada.

Será muito difícil lembrar todas as músicas, mas vamos lá: DEUCE (Kiss), LICK IT UP (Kiss), LOVE GUN (Kiss), RECKONING DAY (Megadeth), KILL THE KING (Megadeth), SYMPHONY OF DESTRUCTION (Megadeth), RISING FORCE (Malmsteen - obviamente, tocamos até o solo), I´LL SEE THE LIGHT TONIGHT (Malmsteen - da mesma forma, até o solo), UNTIL IT SLEEPS (Metallica), TEARS ARE FALLING (uma das minhas favoritas do Kiss; tocamos até o solo - o Bruce cantou), LET´S PUT THE X IN SEX (Kiss, cantada pelo Bruce), LOVE AIN´T NO STRANGER (Whitesnake, cantada por Bruce e Luciano). BREAKING THE CHAINS (Dokken) foi entoada por Luke, e pode acabar sendo incorporada ao repertório.

Teve até uma versão para LIE (Dream Theater) cantada pelo Bruce. Este cantou, ainda, LOVE IS NOT A FAIRYTALE (uma das melhores baladas, e que ficou muito emocionante).

O Momento Lucky Strike da noite ficou por conta do uruguaio dono do estúdio. Quase ao final, ele se juntou a nós e pediu para cantar BREAKING THE CHAINS e I´LL SEE THE LIGHT TONIGHT. O cara mandou bem. Qual estúdio tem um dono que se emociona com as músicas e pede para participar da galinhagem e cantar algumas delas? O horário já havia acabado, nem tínhamos mais idéia de que músicas tocar, mas ele sempre dizia "mais uma".

Finalizamos, apropriadamente, com ROCK AND ROLL ALL NITE (Kiss).

Em tempo: aparentemente, conforme o Bruce, a máquina fotográfica que eu havia perdido no show da BB no Arsenal está com o Nílton. Espero que o filme esteja intocado, pois tinha fotos de ensaios e do show referido.

sábado, novembro 27, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT (Black label)

No Hurricane, sábado (27/11/2004), das 16h às 18h. Pela primeira vez, utilizamo-nos da afinação um tom abaixo (todas as cordas com um tom abaixo - DGEFAD). Por causa disso, na primeira meia-hora de ensaio o Cláudio enfrentou problemas com a Floyd Rose (ele baixou na hora todas as cordas, o que, sabidamente, é temerário em termos de afinação). Usei todo o meu equipamento (Digitech + Jackhammer) plugado no Marshall que tem lá.

A primeira música, enquanto o Cláudio se arrumava, foi STORMBRINGER, que poderá ser agregada ao repertório. Tocamos, então ACE´S HIGH, HIDDEN, CRAZY TRAIN (que, com a afinação mais baixa, ficou "menos faceira"), FOR WHOM THE BELL TOLLS, BLACK DRESSING SOUL, NOISE GARDEN.

Toquei trechos de BLACKENED e HARVESTER OF SORROW do Metallica. Rolou, mais ao final, belos covers de STRUTTER (reconhecida e aplaudida pelo dono do estúdio), LOVE GUN (que ficou magnífica com a afinação um tom abaixo). PEACE SELLS foi até quase o final. Desencavamos KISS OF DEATH (acho que desde 2000 não tocávamos essa música), que emocionou o dono do estúdio (os caras tocam death metal, mas são fanáticos pelo "glam" dos anos 80 e 70).

Com a afinação nova, pudemos tocar SAD BUT TRUE até a metade. HUNTING HIGH AND LOW ficou surpreendentemente boa - ficou menos ufanista e exigiu menos dos vocais (divididos entre Luciano e Luke).

COLD WIND não ficou muito boa, mas acredito que em seguida, se continuar sendo praticada, o Bruce encontrará um jeito de incorporar a influência Opeth nas linhas de bateria - ou então, em último caso, simplesmente reproduzir a versão de estúdio (Ignitin').

Outro "clássico" da BB foi resgatado: HEARTBREAKIN', que rolou muito bem com a nova afinação (acho até que ficou melhor com essa afinação, e com a linha de baixo do Luke no estilo LICK IT UP, ou AC/DC).

Finalizamos, então, com outra das antigas: MAN ON THE SILVER MOUNTAIN.

sábado, novembro 20, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT (Pagan black metal)

No Hurricane, em horário ingrato - 8h/10h. Toquei só com o Jackhammer. Cláudio enfrentou problemas com seu equipamento nas primeiras 3 músicas. Não houve gravação pois o responsável pelo estúdio não foi encontrado para dar o play+rec na fita (certamente o cara foi dormir depois que entramos).

Dessa vez não houve espaço para galinhagem. Tocamos o set list duas vezes, e aparentemente as coisas vão bem. Alguns erros são inevitáveis e certamente se repetirão no show. Mas são aqueles erros "clássicos", como em PERFECT STRANGERS, ou então aquela parte no meio de FOR WHOM THE BELL TOLLS em que eu falho grosseiramente.

A ordem das músicas será: ACE´S HIGH, BLACK DRESSING SOUL, NOISE GARDEN, HEAL MY SOUL, CRAZY TRAIN, FOR WHOM THE BELL TOLLS, HIDDEN e PERFECT STRANGERS.

Convencionamos que a parte lenta de HIDDEN será resgatada - eu imagino que ali funcionaria um belo solo de teclado furioso do Vinícius.

Ao final, reparei num cartaz pendurado na parede da "sala de espera com mesa de sinuca" do estúdio, no qual havia indicação de uma banda que se apresentava como representante do estilo "pagan black metal". Eu nunca tinha ouvido falar de tal vertente do black metal, mas o Luke me assegurou que são estilos bem diferentes - o "black metal" e o "pagan black metal".

quarta-feira, novembro 17, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT (Addicted to that RIFF)


Das 20:00 - 22:00, no Groove (aparentemente, agora Music Box). Formação completa. Nesse estúdio eu não me atrevo a usar meus pedais - tem um magnífico Marshall JCM, com uma magnífica distorção (é uma experiência memorável e "indescritível" tocar o riff de NOISE GARDEN nesse ampli). O Cláudio teve problemas com a dúzia de fontes que ele levou para alimentar sua pedaleira, de modo que se utilizou somente do Sansamp plugado no outro Marshall. Alcançou um timbre não menos divino. Espero que as fitas tenham captado bem as guitarras.

Sem a pedaleira do Cláudio, tivemos contratempos com a afinação - ele teve que baixar a 6a corda para D nas nossas músicas, e voltar para a afinação normal nos covers (e em HIDDEN). A ordem das músicas é previsível: ACE´S HIGH, BLACK DRESSING SOUL, NOISE GARDEN (insisto que o riff ganhou muita "presença" com a distorção do Marshall) e a nova HEAL MY SOUL. Esta última fica melhor a cada execução. HIDDEN está sendo tocada com afinação normal, uma vez que no show contaremos com a participação valorosa e sempre aguardada do Vinícius (da Hiléia) nos teclados.

Os covers são PERFECT STRANGERS, FOR WHOM THE BELL TOLLS e CRAZY TRAIN. Sobre a do Metallica, apesar de ser uma música muito fácil (provavelmente, é a mais simples e fácil do Metallica - não tem solos -; inobstante, é uma das melhores) não é o tipo de música que estamos acostumados a tocar. Esclareço: nosso esquema funciona basicamente em cima de riffs (e alguns acordes), um após o outro. E, pra mim (que não sou nenhum virtuose) é o esquema que funciona. Assim, quando determinada música exige "algo a mais", ou seja, quando tem um trecho que não seja fundado em riffs ou acordes, como é o caso de FOR WHOM THE BELL TOLLS (refiro-me àquela parte no meio, depois do primeiro "refrão"), ou, por exemplo, qualquer música do Van Halen, temos sérios problemas (eu, principalmente). Tenho que talvez funcione melhor se o Cláudio tocar essa parte, pois ele é mais dado a solos e outras intervenções que não sejam só riffs e acordes. Sem contar que essa música, especialmente, tem um "feel" ou "feeling" que é impossível de reproduzir - só o Metallica faz essa música ficar boa, de modo que qualquer comparação que se faça com a nossa versão é covardia (essa advertência serve para os meus amigos fanáticos, como eu, por Metallica - os grandes Barboza e Frau - bem como para todos os que se fizerem presentes no dia do show).

Já no que se refere à do Ozzy, tivemos um verdadeiro Momento Lucky Strike. Não deveríamos mais nos surpreender com isso, mas o fato é que o Cláudio reproduziu fielmente, nota-por-nota, o (fantástico) solo do Randy Rhoads. Nós já vimos o Cláudio (aka Clóvis) reproduzindo os solos do Black Sabbath, do Iron Maiden (até do Steve Vai, em FOOL FOR YOUR LOVING), mas dessa vez o cara se superou. O resto da música, com as participações dos demais, ficou muito bom também.

Particularmente, eu também tive um Momento Lucky Strike: foi já ao final do ensaio, quando o Luke se aproximou e estatuiu que "o diabo é que esses teus riffs são viciantes" (referiu-se ao riff de HEAL MY SOUL). É o tipo de comentário que eu mais valorizo; o que diz respeito aos riffs e às músicas. Afinal, não é fácil compor músicas próprias (que não sejam reproduções descaradas das bandas que tocam na Pop Rock) e montar uma banda para tocá-las. A impressão com a qual eu sempre convivi é a de que só os integrantes da banda é que curtem essas músicas. Mas esse comentário do Luke, que eu reputo isento (não tem rabo preso com ninguém, e tem uma história recente com a banda), é do tipo de comentário que redime e inspira - pra continar compondo.

Por fim, cabe registrar os backing vocals do Luke em BLACK DRESSING SOUL, HEAL MY SOUL (quando ficar pronta RESTLESS SOUL, teremos a "trilogia soul") e até FOR WHOM. O momento galinhagem ficou por conta do Luciano, que assumiu minha guitarra e fez uma jam com alguns riffs do álbum SABBATH BLOODY SABBATH.

segunda-feira, novembro 15, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT (Four Horseman)


Foi na segunda-feira (feriado), 15/11, às 18:00, no Hurricane (do uruguaio gente fina). A formação, que aparentemente está se consolidando, contou com Luke no baixo, eu, Bruce e Luciano. Cláudio ausentou-se, mas parece que assumirá a guitarra solo nos próximos ensaios e no show (o que para mim é motivo de tranqüilidade). Toquei com os meus equipamentos (Digitech e Jackhammer) ligados no Marshall do estúdio. Não gostei muito do meu som. Conforme as músicas, fui alternando afinação normal e drop-D.

As músicas próprias: além das já clássicas ACE´S HIGH, BLACK DRESSING SOUL, HIDDEN (INTERPOLATING FOR WHOM THE BELL TOLLS - com afinação normal), NOISE GARDEN, acrescentamos uma nova, HEAL MY SOUL, que ficou boa. RESTLESS SOUL foi outra nova que tocamos, mas esta ainda não está pronta. Quanto aos covers: PERFECT STRANGERS, FOR WHOM THE BELL TOLLS, PARASITE (que eu assassinei - foi prontamente retirada do repertório), e o acréscimo de última hora: CRAZY TRAIN, que ficou decente.

Aproveitei e puxei uma composição recente, "inspirada" nas minhas últimas audições - Genesis (Selling England by the Pound e Foxtrot) e Opeth (Damnation). Ficou bem legal - todos acompanharam, inclusive o Luciano que tentou algumas vocalizações. No mesmo esquema, desencavei COLD WIND, que afinal, é uma boa música, merecendo só uma "releitura" (principalmente na parte da bateria).

Depois de muito tempo, finalmente tivemos o ensaio gravado em fita (o Bruce, felizmenente, já providenciou os mp3, que ficaram bons).

As tradicionais galinhagens ficaram por conta dos covers de Dokken, que eram requisitados pelo Luke: BREAKING THE CHAINS e UNCHAIN THE NIGHT, ambas (bem) cantadas pelo próprio Luke.

quinta-feira, agosto 19, 2004

Bruce e Lukee no Hurricane - ensaio
Lukee no Hurricane - ensaio

quinta-feira, agosto 12, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT - Na hora a gente acerta

- Foi das 0h às 2h, da madrugada de 11 para 12/08, no estúdio Hurricane (Av. Pernambuco, 1900). Na verdade, o início atrasou uns bons 15 minutos, pois a banda do dono do estúdio estava ocupando o espaço, com um death metal surpreendentemente bom (riffs muito inspirados e inspiradores).

Desta feita, contamos com o retorno do Cláudio. Novamente eu me utilizei da Digitech + Jackhammer, mas não achei bom o timbre (muito saturado).

As músicas próprias rolaram tranqüilamente. Cláudio estava em forma, e a execução não apresentou dificuldades. Tivemos contratempos com os covers, especialmente na hora dos solos, pois estamos deixando espaço para o Vinícius (tecladista) fazê-los. Pelo menos, aparentemente, AS I AM vai rolar bem, pois o Cláudio tirou os riffs, e praticamos bastante no ensaio. A Cris vai cantar essa.

terça-feira, agosto 10, 2004

Ensaio BURNIN´ BOAT - Cafezes (aka cafezinho)

- Às 14:00, no estúdio Hurricane, na Av. Pernambuco, perto do Bruce. A sala era bem escura - só tinha uma lâmpada - mas tinha bons equipamentos e boa acústica. Desta feita, usei o ampli que tinha lá no canal limpo - reativei a Digitech (utilizei 2 efeitos que eu gostava bastante quando entrei na banda, em 1998), com a distorção do Jackhammer - o timbre ficou mais abelhudo, mas eu curti.

A boa notícia é que Cláudio se fará presente no show de quinta-feira. Tudo indica que amanhã ele se juntará aos outros 4 (eu, Bruce, Luciano, Luis Carlos) para um único ensaio.

Iniciamos o ensaio sem o Luciano - tocamos as 4 nossas, com bom aproveitamento. Fiz só alguns solos - NOISE GARDEN e BLACK DRESSING SOUL. Com o Cláudio, posso me concentrar nos riffs e nas bases, que é a função que eu pretendo me seguir. As músicas estão muito boas - o Luis Carlos (aka Lukee) está se saindo muito bem, acompanhando com desenvoltura todas as músicas, e arriscando até os sonhados backing vocals (BLACK DRESSING SOUL e BURN). O Luciano modificou um pouco os vocais em NOISE GARDEN (na 1.ª vez), com resultados bem expressivos.

Acredito que o set list esteja formado nesta ordem: ACE´S HIGH (mais curta, com um solo apenas), NOISE GARDEN (sem a introdução aquela), BLACK DRESSING SOUL, HIDDEN w/AS I AM, PERFECT STRANGERS, BURN e HUNTING HIGH AND LOW.

Não nos permitimos jams neste ensaio; só rolou a música egípcia (RAMSES).

As afinações são drop-D nas 4 nossas, e normal nos covers.

Ao que tudo indica, repetiremos a participação especial do tecladista fenômeno Vinícius, nos 3 covers.

sábado, agosto 07, 2004

Ensaio Burnin´ Boat - Improvisando

- foi neste sábado, 14:00, no Estúdio Cidade Baixa (pertíssimo da minha casa). Preparatório para o show de 12/08 (próxima quinta!). Por uma série de razões alheias a nossa vontade, a formação da banda estará completamente descaracterizada: o Luís Carlos será o baixista, e eu o único guitarrista. O repertório será curto e pesado.

O Estúdio Cidade Baixa ficou grande para nós quatro (estou acostumado a tocar com alguém batendo na minha guitar, tanto em shows como em outros estúdios). Eu, particularmente, estava destreinado, de modo que a minha atuação ficou bastante comprometida, especialmente nos solos - que eu já julgava não precisar mais fazê-los. Pois vou ter que reaprender licks e tudo mais, a fim de fazer o menos feio possível. Toquei direto no ampli do estúdio.

O repertório não foge muito do que vimos tocando: ACE´S HIGH, NOISE GARDEN, BLACK DRESSING SOUL e HIDDEN. Nesta última, acertamos tocar parte de AS I AM do Dream Theater. Quanto a covers: PERFECT STRANGERS, BURN e HUNTING HIGH AND LOW. Acredito que esse repertório ultrapassa além do aceitável o limite de 35 minutos estipulados para a nossa apresentação. No próximo ensaio, melhor entrosados, poderemos ajeitar as coisas.

A atuação do Luís Carlos, diferentemente da minha, foi bastante inspirada. Logicamente, enfrentamos algumas dificuldades com as músicas próprias, uma vez que o baixista recém está se familiarizando com as mesmas. Ainda assim, tocamos todas do começo ao fim, de modo que só se fazem necessários pequenos ajustes.

HIDDEN foi a que se prestou a maiores improvisações - justamente a que o Luís Carlos não tinha nenhuma referência de tablatura ou cifra. Achei interessante esse fato, pois assim HIDDEN é uma música que cada baixista que já passou pela banda tocou de um jeito diferente (cada qual imprimindo suas próprias influências e - por que não - o seu feeling).

Em tempo: ao final, depois de tocarmos 2 vezes cada música do show, fizemos uma jam muito boa; rolou, essencialmente, Metallica: SEEK AND DESTROY (dos tempos da Ruligans), tentativa de CREEPING DEATH, e uma bela versão de FOR WHOM THE BELL TOLLS (o Bruce finalmente acompanhou certinho boa parte das viradas do Lars). Outro destaque foi SYMPHONY OF DESTRUCTION (nunca havia tocado com um baixista que a soubesse inteira).

segunda-feira, maio 24, 2004


Bruce e Nilton no primeiro ensaio do retorno. Posted by Hello